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Regulamento
1. OBJETIVO
Reproduzir o vôo de um avião escala 1/1 com um aeromodelo em todas as formas e com a maior realidade possível de forma que seja agradável tanto para os competidores como para os espectadores.
2. GERAL
Todas as regras da AMA (Academy Model Aeronautics) e da FCC (Federal Communications Comission) que abrangem o vôo rádio-controlado devem ser aplicadas neste evento.
2.1 A segurança dos competidores, dos mecânicos, do pessoal de apoio e dos espectadores deve ser o objetivo primário do evento. Qualquer conduta anti-esportiva ou vôo sobre os competidores e/ou espectadores é motivo para a desqualificação imediata do competidor daquele vôo. A reincidência de qualquer das infrações será motivo de eliminação do piloto da competição.
3. ABRINDO O EVENTO
3.1 Podem participar do evento modelos monoplanos ou biplanos que são réplicas de aviões 1/1 que participam de competições acrobáticas (IAC, ACRO-BR), ou réplicas de aviões que possam executar manobras acrobáticas dentro de uma caixa de vôo.
3.2 Todas as categorias, exceto a Básica, devem atender as exigências da regra 3.1. A categoria Básica está aberta para competidores com modelos monoplanos ou biplanos. Não há tamanho mínimo para os modelos em nenhuma categoria. Os Diretores de Prova podem fazer exceção para os modelos que são réplicas de aviões projetados para acrobacia mas que ainda não voaram. A prova da réplica e da escala, nesta situação, fica por conta do competidor.
3.3 O programa conhecido é derivado do programa atualmente usado pelo IAC (International Aerobatic Club), que muda anualmente e é modificado pelo IMAC.
3.4 O programa desconhecido será montado a partir do catálogo de manobras desconhecidas de cada categoria.
3.5 Grau de dificuldade ou fator ”K” dos programas conhecidos e desconhecidos são derivados do atual catálogo da FAI usados pelo IAC e modificados, se necessário, pelo IMAC.
4. ESPECIFICAÇÕES DO MODELO
4.1 É permitido o uso de apenas um motor e de uma hélice por avião. São permitidos a utilização de motor de combustão interna ou motor elétrico. (a frase seguinte é a regra atual da FAI para modelos escala gigante) Os aviões com propulsão elétrica são limitados a um máximo de 42.56 Volts, mais ou menos um por cento (± 1%) para o circuito de alimentação, medidos sem carga e antes do vôo, enquanto o competidor estiver na posição de “pronto para vôo”.
4.2 O modelo DEVE estar de acordo com as normas de segurança da AMA/COBRA.
4.3 É expressamente proibido o uso de qualquer equipamento embarcado que possua ação autônoma sem o controle do piloto. O piloto DEVE ter o controle total do modelo sem a interferência de qualquer equipamento embarcado. Estes equipamentos incluem, mas não se limitam a, giroscópios, assistentes de piloto, piloto automático e cronômetros embarcados. Apenas as funções internas no transmissor são permitidas.
4.4 As regras do construtor do modelo, isto é, o piloto não precisa ser o construtor do seu próprio avião, não se aplicam neste evento.
5. Suprimido
Nas etapas dos IMAC’s, realizadas no Brasil, não está sendo considerado limite de ruído.
6. PROVA DE ESCALA
6.1 Cabe ao Diretor de Prova confirmar que o modelo é uma réplica de um avião 1/1, de forma que o competidor possa participar da competição.
6.2 Um piloto 3D em escala e um painel de instrumentos devem ser colocados no modelo. A ausência acarretará em penalidade de 1% do total de pontos obtidos em cada vôo.
7. CONSTRUÇÃO E MATERIAL UTILIZADO
O trabalho de construção do modelo deve estar de acordo com os padrões. Os Diretores de Prova têm o poder de vetar o vôo de qualquer modelo ou desqualificá-lo se, em sua opinião conjunta, acharem que o mesmo não está de acordo com as normas de segurança ou utiliza materiais não confiáveis na construção ou a construção se mostra com falhas ou a instalação dos equipamentos de rádio estão com falhas.
8. CATEGORIAS DA COMPETIÇÃO
8.1 O evento está dividido em três (4) categorias, classificadas em ordem crescente de dificuldade: Básica (411), Sportsman (412), Intermediária (415) e Unlimited (414).
8.2 O evento tem ainda a categoria opcional 4 minutos Free Style. Somente poderá competir nesta categoria pilotos inscritos em uma das categorias do item 8.1.
8.3 A Organização do evento e/ou patrocinadores devem determinar quais as classes e normas deverão ser voadas. Essas informações devem ser informadas em todos os boletins de informação pertinentes ao evento, incluindo qualquer desvio às regras normais previstas, pelo menos 30 dias antes da data do evento.
9. INSCRIÇÃO, CATEGORIAS E ALTERAÇÕES
9.1 O competidor poderá entrar em qualquer uma das quatro categorias oferecidas no evento. Uma vez inscrito em uma categoria, o competidor não poderá mudar para uma categoria inferior, sem a devida autorização do Diretor responsável. Se uma das categorias não estiver disponíveis num evento, deverá o competidor optar por uma categoria acima; e poderá retornar a sua categoria num próximo evento, desde que esteja disponível. Se um competidor da Básica, Sportsman, Intermediária e Advanced vencer por 5 vezes, com 4 ou mais competidores em um mesmo ano, está obrigado a subir de categoria. É vedada a inscrição em uma categoria inferior à categoria em que o competidor já participou, independente de sua posição no ranking. Excepcionalmente, na prova do IMAC BRASIL 2010, em virtude de ser o primeiro evento com 4 categorias, a Direção de Prova poderá acolher, após analise, alterações, que esta considere mais justa tanto para o próprio piloto, como também para os demais competidores.
9.2 A cada temporada de novos competições, haverá uma nova sequência acrobática de vôos aprovada pelo Administração do IMAC, que irá disponibilizar no site oficial do IMAC no início de cada ano.
9.3 Suprimido.
10. VÔOS OFICIAIS
10.1 Vôo oficial do programa conhecido.
10.1.1 O vôo oficial de um programa conhecido é definido como dois (2) vôos ou baterias de um mesmo programa. O competidor tem uma tentativa por bateria para completá-la. Uma tentativa é iniciada quando o piloto ou o mecânico anuncia que está na caixa de vôo ou quando o piloto balança a asa do modelo (rock) na entrada da caixa.
101.1.2 Se uma seqüência conhecida que está em andamento for interrompida pelos juízes ou Diretores de Prova, por circunstâncias alheias ao competidor, o competidor deve, quando for autorizado a continuar, dando seqüência nas manobras a partir da manobra seguinte a que concluiu no vôo interrompido.
10.1.3 Se uma seqüência conhecida em andamento não puder ser concluída devido a problemas mecânicos com o modelo (incluindo mas não limitado a, falha do motor, problemas com o rádio, etc.), o competidor receberá a nota ZERO (0) para as manobras não realizadas naquela bateria. Se a segunda bateria ainda não foi iniciada e o modelo em questão puder ficar pronto para voar novamente (veja GR-08), o competidor poderá tentar a segunda bateria.
10.2 Vôo oficial do programa desconhecido
10.2.1 Um vôo oficial do programa desconhecido é composto de uma (1) seqüência voada em uma (1) única bateria. Cada competidor tem uma tentativa para completar a seqüência. Uma tentativa inicia-se quanto o mecânico anuncia a entrada na caixa de vôo ou quando o modelo balança a asa (rock) na entrada da caixa de vôo.
10.2.2 Se uma seqüência desconhecida em andamento for interrompida pelos juízes ou diretores de prova devido a circunstâncias alheias ao competidor, este poderá reiniciar a seqüência a partir da manobra seguinte à interrompida.
10.2.3 Se uma seqüência desconhecida em andamento for interrompida devido a problemas mecânicos com o modelo (incluindo-se mas não se limitando a, falha do motor, falha no rádio, etc.), o competidor receberá a nota ZERO (0) para as manobras não completadas naquela seqüência.
11. NÚMEROS DE VÔOS: Não haverá limites para o número de vôos (dentro do tempo disponível)
Básica - serão realizados quatro (4) vôos do programa conhecido com 1 descarte.
Sportsman – serão realizados dois (2) vôos do programa conhecido sem descarte e dois (2) vôos do programa desconhecido com um (1) descarte.
Intermediária - serão realizados dois (2) vôos do programa conhecido sem descarte e dois (2) vôos do programa desconhecido com um (1) descarte.
Unlimited - serão realizados dois (2) vôos do programa conhecido sem descarte e dois (2) vôos do programa desconhecido com um (1) descarte.
12. ESPAÇO AÉREO:
Ver Guia de Juizes, Regra 4.1.
13. LIMITES DE TEMPO
13.1 Cada competidor tem dois (2) minutos para dar partida no motor e colocar o avião em vôo contado a partir da autorização recebida do Diretor de Prova. Se em dois (2) minutos o competidor não conseguir dar partida no motor, este poderá ser colocado no final da fila da bateria para uma segunda tentativa (ainda dependendo das condições de clima e luz) . Se o competidor não conseguir na segunda tentativa, receberá ZERO (0) em todas as manobras da seqüência.
13.2 Quando as rodas deixarem o solo, o competidor tem um (1) minuto para entrar na caixa de vôo e iniciar as manobras.
13.3 Não há limite de tempo para completar a seqüência.
13.4 Ao finalizar as manobras da seqüência, o competidor tem dois (2) minutos para deixar a caixa de vôo e pousar o modelo.
13.5 Antes de entrar na caixa de vôo é permitido ao piloto trimar o modelo e colocá-lo na posição inicial de manobras.
São permitidas a execução das seguintes manobras antes da entrada na caixa :
Curva acrobática (turns); ½ oito cubano(ou reverso), com apenas ½ roll na linha de 45º; ½ loops, positivo ou negativo, com apenas ½ roll na entrada ou saída; ½ roll simples para inverter o modelo imediatamente antes da entrada na caixa (se for o caso). Este ajuste de trimagem e as manobras NÂO PODEM ser executados em baixa altitude ou diretamente na frente dos juízes (exceto no Free Style).
Após a saída da caixa, é permito ao piloto executar as seguintes manobras:
Curva acrobática (turns), ½ loops invertido para baixo, com apenas ½ roll na entrada ou saída; ½ roll para cima ; em preparação para um pouso seguro.
Nenhuma outra manobra será permitida. Qualquer infração será penalizada com ZERO (0) em todas as manobras da seqüencia.
14. SISTEMA DE PONTUAÇÃO
14.1 Todas as categorias têm sua seqüência de manobras pontuadas numa escala de dez (10) à zero (0). Meio ponto (0,5) pode ser usado pelos juízes. Pontos são deduzidos de acordo com as imperfeições detectadas com base no Guia de Juízes.
14.2 O grau de dificuldade (fator K) devem ser atribuídos a manobras individuais, com base no Catalogo de manobras da FAI, com as devidas modificações feitas pelo IMAC. No momento do calculo da pontuação de cada piloto, cada manobra individual deverá ser multiplicada pelo seu respectivo fator K. O resultado da pontuação do vôo será a somatória dos K consignados 9 pontuação da manobra multiplicada pelo seu fato K)
15. DETERMINANDO A CLASSIFICAÇÃO
15.1 Pontuação da seqüência
a. Seqüência conhecida – o Guia Oficial do IMAC deve ser usado para determinar o número de seqüências a serem descartadas e o peso da(s) desconhecida(s) de acordo com o tipo de evento (2 dias, vários dias, evento regional, etc...)
Total de sequencias voadas Número de Descartes
Menos de três (3) Zero (0)
De três (3) a cinco(5) Um (1)
Seis (6) ou mais Dois (2)
b. Seqüência desconhecida – Cada seqüência desconhecida deve ser voada uma única vez. O guia de regras do IMAC deve ser usado para determinar como as pontuações das seqüências conhecidas e desconhecidas serão combinadas de acordo com a categoria.
c. Pontuação Combinada - A maior pontuação determinará o vencedor.
d. Normalização – todas as seqüência serão normalizadas para 1000 pontos como definido na regra 16.4.
15.2 Em caso de empate, a melhor bateria normalizada será usada para posicionar o competidor na tabela de classificação.
15.3 Uma bateria deverá ser julgada pelos mesmos juízes. É permitido o rodízio de juízes entre as baterias.
15.4 Cada seqüência deve ser normalizada para 1000 pontos. O competidor com a maior pontuação na seqüência recebe 1000 pontos na bateria. Cada competidor então deve ter sua pontuação dividida pela maior pontuação cujo resultado é multiplicado por 1000 para obter a pontuação normalizada. O resultado deve ser arredondado para duas casas decimais. Ex.: Competidor A venceu a seqüência com 4850 pontos. Competidor B em segundo, com 4766,5 pontos. O competidor A recebe 1000 pontos pela seqüência e o competidor B recebe 982,78 pontos (4766,5 / 4850 = 0,982783 * 1000 = 982.78).
16. VÔO PADRÃO
16.1 A competição deverá incluir uma (1) ou mais baterias de seqüência conhecida e poderá incluir uma (1) ou mais bateria de seqüência desconhecida, sendo que cada seqüência desconhecida poderá ser voada uma (1) única vez.
16.2 As Seqüências de Manobras conhecidas e Obrigatórias são definidas pela regra 3.3.
16.3 As Seqüências de Manobras Desconhecidas e Opcionais incluídas separadamente para as categorias Sportsman, Intermediária e Unlimited devem conter 15 manobras.
a: A seqüência desconhecida será distribuída na noite anterior ao vôo para permitir aos competidores 'decorarem' a seqüência e visualizá-las mentalmente. Se um competidor for flagrado praticando as manobras com um modelo ou em um simulador de vôo, o mesmo será automaticamente desqualificado do evento.
b: A ordem de vôo na seqüência desconhecida será feita por sorteio.
16.4. O competidor deve executar a sua seqüência totalmente de acordo com o esquema de Aresti estabelecido para cada categoria. Manobras executadas fora da ordem ou não executadas de acordo com a seqüência terão nota ZERO (0). As manobras restantes que forem executadas na ordem correta e na área correta serão pontuadas.
16.5 Decolagem e pouso não são julgados. Os juízes não são obrigados a ver a decolagem e o pouso. O modelo deve ser levado até a área de decolagem e, após o vôo, recolhido ao box do competidor.
17. Programa 4 minutos Free Style
17.1 O Free Style é o show do evento. O competidor está absolutamente livre para criar suas manobras. Dentro dos limites de segurança e dentro da caixa de vôo, "tudo pode". Para participar do Free Style o competidor DEVE participar em uma das categorias de precisão do mesmo evento (Básica, Sportsman, Intermediária ou Unlimited).
Para os eventos IMAC no Brasil está estabelecido que as baterias de Estilo Livre serão eliminatórias, sem acúmulo de resultados para o dia seguinte. O Free Style tem sua primeira bateria de vôo realizada no 2º. Dia de evento, visto que o 1º. Dia está reservado somente para manobras de precisão. No 2º. Dia do evento classificam-se somente os 10 primeiros colocados para a bateria de Free Style do 3º. Dia. Na bateria final do Free Style, no 4º. dia, os 5 melhores pilotos deverão fazer 2 vôos, com direito a descartar um vôo, valendo somente a sua melhor apresentação.
A: Mérito técnico (90K)
a.1. Utilizar todos os recursos de trajetória aerodinâmica e explorar a força do efeito giroscópio (20K) - É esperado do competidor a utilização de todos os recursos e truques aerodinâmicos e giroscópios. O programa deve ser dividido em vôos de alta velocidade e vôos de baixa velocidade, manobras de alta e baixa carga 'G' positiva e negativa. O programa deve incluir uma demonstração de vôo abaixo da velocidade de estol, auto-rotação ou outra manobra com ângulo de ataque elevado. O competidor será penalizado no caso da ausência ou sub-utilização destes recursos.
O competidor deve mostrar habilidade no movimento do modelo em todos os eixos usando os controle aerodinâmicos convencionais e o efeito giroscópio da hélice. A utilização destes recursos em várias e diferentes manobras é o recomendado. A utilização destes recursos em manobras repetidas ou similares será penalizada.
a.2. Execução de manobras individuais (40K) - Deve ficar bem claro para os juízes qual manobra foi executada e que o modelo está, todo o tempo, sob controle total do competidor. É importante definir início e final de manobra, altitudes definidas e um desenho claro da manobra.
a.3. Número de figuras voadas em diferentes direções (30K) - O número de figuras executadas dentro do tempo é fator de boa pontuação. A repetição de figuras e a utilização repetitiva de efeitos em manobras semelhantes é fator de penalização.
B: Impressão artística (90K)
b.1. Elegância e continuidade do vôo com contraste entre um vôo arrojado e um vôo gracioso (50K)
b.2. Apresentação individual das figuras e a combinação entre as mesmas dentro da melhor direção de vôo e posição (40K).
C: Posicionamento (20K)
c.1. Simetria na apresentação e utilização da área de vôo que permita a melhor observação, tanto pelos juízes como pelos espectadores (20K).
17.2 Julgando o Free Style:
a. Qualquer número de juízes pode ser utilizado. Quanto mais juízes forem utilizados, a média de pontuação será melhor do que um julgamento simples. É recomendado que sejam usados 7 juizes. Para a pontuação final é recomendado que seja feito o descarte da maior e da menor nota de cada critério, e as notas remanescentes sejam multiplicadas pelo seu respectivo fato K, que somados, deverão totalizar a nota.
b. Cada critério deverá ser julgado de dez (10) a Zero (0) com inclusão de Décimos (0.1). Exemplo: 8.7, 7.9 , 9.8 etc....
c. Se o piloto aterrissar a qualquer momento antes de 3 (três) minutos e 30 (trinta) segundos, os pontos serão relativos ao tempo de vôo. Exemplo: um dos pilotos pousou com 3 minutos de vôo, ou seja ¾ ou 75% do voo. O Juizes irão julgar normalmente como se ele estivesse voado 4 minutos, e depois na sala de pontuação o programa irá calcular e considerar somente 75% da pontuação dada pelos juízes. Se o piloto aterrissar a qualquer momento, porém com mais de 3 (três) minutos e 30 (trinta) segundos, não haverá penalização e valerá os pontos integrais.
Os Juizes devem parar de pontuar ao anuncio de “Tempo” ou outro qualquer aviso do final do tempo de 4 minutos. Outro exemplo: Se o piloto aterrissar na marca de 2 minutos, ele irá receber 50% dos pontos dos juízes.
d. Especificando as circunstancias de uma desqualificação de vôo (DQ):
d.1 Por uma queda ou acidente.
d.2 Se o avião avançar a linha de segurança (deadline).
d.3 Se o piloto demonstrar uma performance perigora, colocando em risco diretamente os organizadores, juízes e espectadores. (Se determinado pela maioria dos juízes e/ou pela comissão organizadora).
18: DAS PENALIDADES (Parte integrante das Regras do IMAC BRASIL 2010):
18.1 Toda e qualquer reclamação somente poderá ser manifestada pelo piloto que se sentir prejudicado. A manifestação de seu mecânico ou qualquer outro membro credenciado da sua equipe, poderá acarretar penalidades para o piloto;
18.2 Seja qual for o protesto, este somente poderá ser feito através de formulário próprio para o Recurso disponível na mesa do Diretor Geral, identificando o piloto reclamante e a sua Reclamação, sob o ponto de vista deste, devidamente assinado pelo mesmo e entregue dentro do prazo de 15 minutos, que ocorrerá após o término de cada bateria de vôo.
18.3 O instrumento de Recurso será individual, ou seja, cada piloto faz a sua própria reclamação, mesmo que ocorra reclamações de conteúdo similar;
18.4 Somente serão aceitos Recursos devidamente acompanhados de um pagamento no valor de R$ 300,00, valor este pago na entrega do Recurso ao Diretor Geral da Prova, dentro do prazo estipulado no item 18.2; O valor pago pelo reclamante poderá ser devolvido, caso seja procedente a sua reclamação.
18.5 Todo Recurso será analisado e julgado pela Comissão de Análise de protestos formada pelo corpo de juizes, Dir. Geral e Dir. Técnico. Lembramos que a decisão desta Comissão será soberana e não caberá novo recurso. Esta comissão irá julgar o Recurso se baseando unicamente nas Regras do IMAC.
18.6 Toda e qualquer manifestação ou atitude anti-desportiva de piloto(s) e membro(s) de sua equipe, contra os demais pilotos, membros da organização e juízes, que venham causar tumulto e mal-estar ao ambiente, será considerada falta GRAVE, passível de punição, primeiramente com advertência verbal. Caso haja reincidência, o mesmo poderá ser punido com a exclusão do Campeonato.
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